
ABRIL EM PARIS (1952)
April in Paris
| Outros Títulos: | Paris em Abril (Portugal) Aprile a Parigi (Itália) |
| Pais: | Estados Unidos |
| Gênero: | Comédia Musical |
| Direção: | David Butler |
| Roteiro: | Jack Rose, Melville Shavelson |
| Produção: | William Jacobs |
| Música Original: | Howard Jackson |
| Direção Musical: | Ray Heindorf |
| Coreografia: | Donald Saddler |
| Fotografia: | Wilfred M. Cline |
| Edição: | Irene Morra |
| Direção de Arte: | Leo K. Kuter |
| Figurino: | Leah Rhodes |
| Maquiagem: | Gordon Bau |
| Efeitos Sonoros: | C. A. Riggs, Charles Forrest |
| Nota: | 6.2 |
| Filme Assistido em: | 1954 |
| Doris Day | Ethel 'Dynamite' Jackson |
| Ray Bolger | Winthrop Putnam |
| Claude Dauphin | Philippe Fouquet |
| Eve Miller | Marcia Sherman |
| George Givot | François |
| Paul Harvey | Secretário Robert Sherman |
| Herbert Farjeon | Joshua Stevens |
| Wilson Millar | Sinclair Wilson |
| Raymond Largay | Joseph Welmar |
| Donald Kerr | Usher |
| John Alvin | Tracy |
| Robert Cornell | Charles |
| Jack Lomas | Taxista |
| Andrew Berner | Jacques |
| Dee Carroll | Secretária |
| Patricia Mitchell | Marie |
| Veronica Pataky | Sra. Fouquet |
| Delfina Salazar | Yvonne |
| Patsy Weil | Jeanne |
| Bess Flowers | Passageira no Desembarque |
Em Washington, Winthrop Putman é Secretário Assistente do Assistente do Sub-Secretário de Estado. Para participar do Festival de Artes de Paris, o governo decide convidar a grande atriz Ethel Barrymore, o ator Joshua Steven, o escritor Sinclair Wilson e o compositor Josef Weimer.
Por engano, Putman envia o convite que seria de Ethel Barrymore para Ethel Jackson, uma corista que está se apresentando num musical da Broadway. Ao tomar conhecimento do ocorrido, ele vai à Nova York comunicar pessoalmente o engano à Ethel. Ele chega ao teatro exatamente no momento em que a corista está sendo homenageada, por suas colegas, pelo importante convite recebido. Putman apresenta-se como funcionário do governo, conta o ocorrido e pede desculpas.
Nesse ínterim, a notícia do convite já havia se espalhado, chegando aos jornais. Face à repercussão altamente positiva, o Depto. de Estado decide manter a corista na delegação americana que vai à Paris. Assim, quando Putman retorna à Washington, é festejado por todos, inclusive pelo Secretário Robert Sherman, pela brilhante idéia que tivera.
A viagem para a França se dá a bordo de um luxuoso transatlântico francês. Durante a mesma, Ethel sente-se completamente deslocada ao lado do Secretário Sherman e dos demais membros sofisticados da delegação. Depois de quatro dias tentando conjugar os verbos franceses, ela dá um basta ao ser convidada por Philippe Fouquet, um dos garçons do navio, a ir até a cozinha, onde improvisam um baile e todos se divertem.
Sherman pede a Putman que comunique à Ethel que ela deverá ser enviada de volta aos EUA por seu comportamento inadequado. Ele a encontra na cozinha, onde os garçons lhe oferecem diversos drinques e termina aderindo à festa, dançando e cantando.
Quando o baile termina, ainda bastante alegres, Putman sugere à Ethel que juntos procurem o capitão do navio, pois o mesmo tem poderes para celebrar casamentos a bordo. Assim, na cabine do capitão, os dois são declarados marido e mulher. Ao sair, Philippe, que havia sido testemunha, descobre que o casamento foi celebrado por um dos garçons que se achava casualmente lá.
Na chegada à França, Marcia, filha de Sherman e noiva de Putman, que resolvera fazer uma surpresa, viajando de avião, aguarda todos no cáis. Em Paris, no Palais de Chaillot, durante a cerimônia de abertura do Festival, Ethel e Marcia trocam tapas. Ethel se retira. Na saída, encontra Philippe que lhe conta ter sido o casamento uma farsa.
No hotel, Sherman, Putman e Marcia decidem assistir a um show anunciado para o 'Café Parisien'. Ao chegarem lá, descobrem que a Casa Noturna é de propriedade de Philippe Fouquet, o garçom do navio, e que a principal estrela da noite é Ethel Jackson.
Marcia e Putman se desentendem por conta de Ethel. Ela quer ir para o hotel, enquanto ele diz que precisa falar com a corista. A noiva o ameaça, em relação ao seu futuro profissional, mas, decidido, ele rompe o noivado, perde o emprego e vai atrás da mulher que passou a amar.
"Abril em Paris" é mais uma deliciosa comédia musical com Doris Day. Realizado pelo cineasta David Butler, o filme conta a história de uma corista de shows musicais que, por engano, é convidada pelo Depto. de Estado a participar da delegação americana que estará presente no Festival de Artes de Paris.
Como sempre, Doris Day está magnífica com sua voz incomparável, bem como, nos números de dança dos quais participa. Ray Bolger também está ótimo fazendo par com Day. Embora não seja um Fred Astaire, nem tenha o rosto de Rock Hudson, ele dá um show como dançarino, coisa impensável para Hudson.
A fotografia de Wilfred M. Cline é muito boa. Entre os números musicais, além de 'April in Paris', que dá o nome ao filme, encontram-se 'It Must Be Him', 'That's What Makes Paris Paree' e 'I'm Gonna Ring The Bell Tonight'.