
GRITOS DO SILÊNCIO (1984)
The killing fields
| Outros Títulos: | Terra Sangrenta (Portugal) La déchirure (França) Urla del silenzio (Itália) |
| Pais: | Reino Unido |
| Gênero: | Drama, Guerra |
| Direção: | Roland Joffé |
| Roteiro: | Bruce Robinson |
| Produção: | David Puttnam |
| Design Produção: | Roy Walker |
| Música Original: | Mike Oldfield |
| Música Não Original: | John Lennon, Giacomo Puccini, Paul McCartney |
| Fotografia: | Chris Menges |
| Edição: | Jim Clark |
| Direção de Arte: | Roger Murray-Leach, Steve Spence |
| Figurino: | Judy Moorcroft |
| Guarda-Roupa: | Keith Denny, Anthony Black, Marc O'Hara e outros |
| Maquiagem: | Tommie Manderson, Yvonne Coppard, Sophy Pradith |
| Efeitos Sonoros: | Tony Jackson, Clive Winter, Dushko Indjic |
| Efeitos Especiais: | Allan Bryce, Fred Cramer, Melvyn Pearson |
| Efeitos Visuais: | Neil Sharp |
| Nota: | 8.9 |
| Filme Assistido em: | 1984 |
| Sam Waterston | Sydney Schanberg |
| Haing S. Ngor | Dith Pran |
| John Malkovich | Al Rockoff, fotógrafo |
| Julian Sands | Jon Swain |
| Craig T. Nelson | Major Reeves |
| Spalding Gray | Consul dos EUA |
| Bill Paterson | Dr. MacEntire |
| Athol Fugard | Dr. Sundesval |
| Graham Kennedy | Dougal |
| Patrick Malahide | Morgan |
| Joanna Merlin | Irmã de Sydney Schanberg |
| Nell Campbell | Beth |
| Katherine Krapum Chey | Mulher de Dith Pran |
| Oliver Pierpaoli | Titony, filho de Cith Pran |
| Monirak Sisowath | Phat, líder dp Khmer Rouge |
| Joan Harris | Entrevistadora da TV |
| Jay Barney | Pai de Sydney Schanberg |
| David Henry | France |
Academia de Artes Cinematográficas de Hollywood, EUA
Oscar de Melhor Fotografia
Oscar de Melhor Edição
Oscar de Melhor Ator Coadjuvante (Haing S. Ngor)
Academia Britânica de Cinema e Televisão, Inglaterra
Prêmio de Melhor Filme
Prêmio de Melhores Efeitos Sonoros
Prêmio de Melhores Efeitos Visuais Especiais
Prêmio de Melhor Trilha Sonora
Prêmio de Melhor Maquiagem
Prêmio de Melhor Revelação Masculina (Haing S. Ngor)
Prêmio de Melhores Design de Produção / Direção de Arte
Prêmio de Melhor Roteiro Adaptado
Prêmio de Melhor Edição
Prêmio de Melhor Fotografia
Prêmio de Melhor Ator (Haing S. Ngor)
Prêmios David di Donatello, Itália
Prêmio de Melhor Produção de um Filme Estrangeiro
Prêmios Globo de Ouro, EUA
Prêmio de Melhor Ator Coadjuvante (Haing S. Ngor)
Círculo de Críticos de Cinema de Londres, Inglaterra
Prêmio Diretor do Ano (Roland Joffé)
Associação de Críticos de Cinema de Los Angeles, EUA
Prêmio de Melhor Fotografia
Círculo dos Críticos de Cinema de Nova York, EUA
Prêmio de Melhor Fotografia
Academia de Artes Cinematográficas de Hollywood, EUA
Oscar de Melhor Filme
Oscar de Melhor Direção (Roland Joffé)
Oscar de Melhor Roteiro Adaptado
Oscar de Melhor Ator (Sam Waterston)
Academia Japonesa de Cinema, Japão
Prêmio de Melhor Filme em Língua Estrangeira
Academia Britânica de Cinema e Televisão, Inglaterra
Prêmio de Melhor Direção (Roland Joffé)
Prêmio de Melhores Efeitos Visuais Especiais
Prêmio de Melhor Trilha Sonora
Prêmio de Melhor Maquiagem
Prêmio de Melhor Ator (Sam Waterston)
Prêmios César - Academia das Artes do Cinema, França
César de Melhor Filme Estrangeiro
Prêmios Globo de Ouro, EUA
Prêmio de Melhor Filme - Drama
Prêmio de Melhor Direção (Roland Joffé)
Prêmio de Melhor Roteiro
Prêmio de Melhor Trilha Sonora Original
Prêmio de Melhor Ator em um Drama (Sam Waterston)
Sydney Schanberg é um jornalista do 'New York Times' enviado ao Camboja, em 1972, como correspondente de guerra. Ali, conhece Dith Pran, um nativo que se torna seu guia e intérprete. Juntos, são os únicos homens da imprensa a presenciarem, em agosto de 1973, ao escandaloso resultado do errôneo bombardeio sobre o povoado de Neak Luong pelos B-52 americanos.
Em março de 1975, a capital Phnom Penh começa a sofrer ações terroristas do Khmer Vermelho, ao mesmo tempo em que passa a abrigar mais de 2 milhões de refugiados. Quando o governo cambojano cai, os EUA retiram-se do País, e toda a família de Pran emigra para a América, com exceção dele, que fica ao lado de Schanberg, para ajudá-lo a cobrir os novos acontecimentos. Os dois refugiam-se na Embaixada inglesa, mas quando tentam abandonar o País, o novo exército revolucionário não permite a saída de Pran, que é enviado para um Campo de Reeducação Rural.
Nos EUA, Schanberg ganha o Prêmio Pulitzer por seu trabalho, quando da cobertura da tomada de Phnom Penh.
Sem notícias do amigo e na ânsia de reencontrá-lo, Sydney envia correspondências com fotos de Pran para veículos de comunicação de todo o mundo, órgãos mundiais como a Cruz Vermelha e postos da fronteira com o Camboja.
Pran cuidava do filho de um líder do Khmer e, por isso, acaba conquistando sua simpatia. O líder é morto ao tentar conter o genocídio e pouco depois de sugerir a Pran que fuja com seu filho. Na fuga, o garoto e um dos amigos são mortos por uma mina. Pran consegue chegar à fronteira do Camboja sozinho e, logo depois, encontra-se com Schanberg. Finalmente, viaja com o amigo para o reencontro com a família.
Baseado em fatos reais, "Gritos do Silêncio" é um excelente drama sobre o jornalismo, a amizade, a sobrevivência e os horrores da guerra civil do Camboja.
Realizado pelo cineasta Roland Joffé, "Gritos do Silêncio" tem todos os ingredientes necessários a um grande filme: um ótimo roteiro, uma direção acima da média, a brilhante fotografia de Chris Menges, um excelente trabalho de edição, uma boa trilha sonora e as magníficas atuações de Sam Waterston e, principalmente, de Haing S. Ngor.
Enfim, trata-se de um filme imperdível.
CAA