
MacARTHUR (1977)
MacArthur, the rebel General
| Outros Títulos: | MacArthur, le général rebelle (França) Mac Arthur il generale ribelle (Itália) MacArthur - Held des Pazifik (Alemanha, Áustria) |
| Pais: | Estados Unidos |
| Gênero: | Histórico, 2ª Guerra Mundial, Guerra da Coréia |
| Direção: | Joseph Sargent |
| Roteiro: | Hal Barwood, Matthew Robbins |
| Produção: | Frank McCarthy |
| Design Produção: | John J. Lloyd |
| Música Original: | Jerry Goldsmith |
| Fotografia: | Mario Tosi |
| Edição: | George Jay Nicholson |
| Figurino: | Larry Harmell |
| Maquiagem: | Frank McCoy, James Lee McCoy |
| Efeitos Sonoros: | Robert Hoyt, Don Sharpless, James Troutman |
| Efeitos Visuais: | Albert Whitlock, Bill Taylor, Dennis Glouner |
| Nota: | 7.8 |
| Filme Assistido em: | 1978 |
| Gregory Peck | Gen. Douglas MacArthur |
| Ivan Bonar | Gen. Richard Sutherland |
| Ward Costello | Gen. George C. Marshall |
| Nicolas Coster | Cel. Sidney Huff, ajudante de ordens |
| Marj Dusay | Sra. Jean MacArthur |
| Ed Flanders | Presidente Harry S. Truman |
| Russell Johnson | Almirante Ernest King |
| Sandy Kenyon | Maj. Gen / Ten. Gen. Jonathan Wainwright |
| Dan O'Herlihy | Presidente Franklin D. Roosevelt |
| Kenneth Tobey | Almirante William 'Bull' Halsey |
| Addison Powell | Almirante Chester Nimitz |
| Allan Miller | Coronel Legrande Diller |
| Dick O'Neill | Coronel Courtney Whitney |
| Tom Rosqui | Gen. Sampson |
| G. D. Spradlin | Maj. Gen. Robert Eichelberger |
| Garry Walberg | Ten. Gen. Walton Walker |
| Lane Allan | Maj. Gen. William Marquet |
| Everett Cooper | Ten. Gen. William Krueger |
| Charles Cyphers | Brig. Gen. Forest Harding |
| Gerald Peters | Gen. Sir Thomas Blamey |
| Eugene Peterson | Gen. Collins |
| Alex Rodine | Ten. Gen. Kuzma Derevyanko |
| Yuki Shimoda | Primeiro Ministro Japonês |
| John Fujioka | Imperador Hirohito |
Prêmios Globo de Ouro, EUA
Prêmio de Melhor Ator em um Drama (Gregory Peck)
Ao final da 2ª Guerra Mundial, a bordo do U.S.S. Missouri, representantes dos maiores poderes em guerra reúnem-se para assinar o Tratado que vai restaurar a paz. O representante do imperador e o Ministro da Guerra do Japão são os primeiros a assinar a rendição incondicional japonesa, seguidos pelo Gen. Douglas MacArthur, Comandante Supremo das Forças Aliadas, e dos representantes dos governos dos Estados Unidos, China, Reino Unido, França, Austrália, Nova Zelândia e URSS.
Em seu discurso, MacArthur alerta, a todos, que os cidadãos japoneses devem ser tratados com cortesia e respeito, bem como, que eles não se acham ali como dominadores e sim como libertadores e reconstrutores do País devastado pela guerra. Em seu governo, MacArthur quer ver o nascimento de um movimento sindical, os trabalhadores tendo voz nos meios de produção e as mulheres tendo o direito de votar.
Em audiência com o general, o 1º Ministro, Shidehara, pede que a nova Constituição do País proíba qualquer sistema militar no Japão. Assim, sem Exército, Marinha e Aeronáutica, o País poderá mostrar ao mundo que não tem mais instintos belicosos contra ninguém.
Em Tóquio, iniciam-se os julgamentos de crimes de guerra, onde representantes de 8 nações têm nas mãos o destino de oficiais japoneses acusados de terem cometido atrocidades. O general Yamashita, ex-comandante das tropas japonesas nas Filipinas, é condenado à morte, na forca, por seus inúmeros crimes. Depois de dois anos e meio de trabalho árduo, os julgamentos em Tóquio chegam ao fim.
As mulheres japonesas conquistam várias vitórias, como o fim dos casamentos arranjados, o direito a rações iguais de cigarros e saquê, e o direito de votar. O Japão passa por grandes reformas culturais e sua economia por uma estável recuperação.
Nos Estados Unidos, o nome de MacArthur é lembrado como possível candidato à Presidência da República, mas ele só obtém 8 Delegados de um total de 27.
MacArthur recebe um telefonema comunicando-lhe que os norte-coreanos acabam de atacar a Coréia do Sul, no Paralelo 38. Seguindo instruções do Presidente Truman, vai ao front examinar a situação. Em seguida, preocupado, visita o Gen. Chiang Kai-shek, líder dos nacionalistas chineses em Formosa.
Grande estrategista, pede autorização à Casa Branca para fazer um desembarque em Inchon, local considerado por muitos como o pior possível. Acreditando que o fator surpresa é seu grande trunfo, insiste e termina a operação sendo o maior sucesso.
Truman encontra-se com ele na Ilha de Wake, onde discutem o conflito da Coréia. Na ocasião, o general garante que o referido conflito estará resolvido até o Dia de Ação de Graças, desde que a China não intervenha em favor dos norte-coreanos.
Dias depois, entretanto, as tropas de MacArthur estão enfrentando cerca de 260.000 chineses. Diante da situação, ele faz várias solicitações ao Presidente Truman, que não atende a nenhuma. Parte do Congresso americano acredita que, face às desastrosas decisões tomadas pela Casa Branca, o País terminará entrando numa guerra maior e sem controle. Diante da situação e para impor sua autoridade, Truman destitui MacArthur. A imprensa diz que, mais uma vez, o governo demite o homem errado. No Congresso, o senador Homer Ferguson faz duras críticas a Truman. Durante uma partida de beisebol, o Presidente é vaiado.
Ao regressar aos Estados Unidos, MacArthur recebe a maior manifestação popular da história do País, superando os regressos de Lindberg e Eisenhower juntos.
"MacArthur" é um bom filme, principalmente para os fãs de Gregory Peck e para aqueles que querem conhecer um pouco da vida desse militar e grande estrategista norte-americano.
Realizado pelo cineasta Joseph Sargent, o filme cobre cerca de uma década da história desse general, indo desde o início de 1942, com a queda de Bataã até sua destituição, pelo Presidente Truman, em 1951.
O trabalho de Sargent é consistentemente bom, embora parta de um roteiro que deixa a desejar. A trilha sonora, assinada por Jerry Goldsmith, é um outro ponto alto do filme.
No elenco, Gregory Peck, no papel-título, é de longe o maior destaque. Peck está perfeito e merecia ter sido premiado com um Oscar. Ele consegue captar a arrogância e a determinação de MacArthur, de uma forma verdadeiramente memorável. Merece, ainda, ser destacada a atuação de Ed Flanders, no papel do Presidente Harry S. Truman.